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Estudante de Engenharia Mecânica, leitor inveterado e aspirante a escritor.

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Nesse segundo volume de As Crônicas de Artur a história é cimentada pro que promete ser um fim glorioso. Com a construção dos personagens avançando e o cenário em Lloegyr sendo transformado no campo de batalha onde o futuro terá início.

Partindo do momento de gloria conquistado por Artur na batalha de Lugg somos levados pelos desafios que a paz demanda e os problemas políticos são mais intensos e importantes do que nunca. Seguindo seu sonho de uma Britânia unida, Artur tem que fazem concessões e alianças indesejadas, além de tomar decisões impossíveis, cujo custo é tão alto quanto perder a amizade de Derfel.

Ao mesmo tempo a ameaça cristã cresce e o sonho de Merlin parece se afastar cada vez mais da realização. Novos inimigos são apresentados e a trama fica mais elaborada e imprevisível. Uma estrada de incertezas que leva ao momento de maior glória de Artur, um momento que tem a tristeza de coincidir com a destruição de seu espirito.

A trama de Cornwell cresce nesse que é o meio da história, os personagens envelhecem e aos poucos o Derfel que acompanhamos no campo de batalha vai ficando mais parecido com o Derfel narrador. Em meio a tragédias e disputas Dumnonia prospera sob a supervisão de Artur. A Távola Redonda é apresentada, diferente do que se poderia esperar, e Camelot ganha um significado.

As batalhas continuam impecáveis, a trama alcança pontos surpreendentes e a astucia de Merlin consegue se superar. Essa segunda parte não perde em nada pro começo, o ritmo continua ótimo e a qualidade dos conflitos parece aumentar. As últimas linhas da história deixam um gosto amargo ao mesmo tempo que prometem o épico pro romance de desfecho.

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