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No meio desse ano eu comecei a ouvir os podcasts do portal do Jovem Nerd, o Nerdcast e o Matando Robôs Gigantes. E entre os participantes tem muitos dos escritores de fantasia brasileiros, alguns dos quais são os mais expressivos, acredito. E eu resolvi ler alguns dos trabalhos deles, comecei a ler A Batalha do Apocalipse de Eduardo Spohr e recentemente terminei O Espadachim de Carvão de Affonso Solano. E é desse segundo que eu quero falar.

Como jogador de RPG eu sempre fui fascinado por mundo fantásticos de todos os tipos e a mitologia do Affonso está entre as melhores que eu já tive o prazer de ler. Toda a ambientação é fascinante, as raças de humanoides são de uma criatividade enorme e o ritmo da leitura é ótimo. Uma aventura como as que eu tanto vi e li quando mais novo, as cenas de ação bem descritas e empolgantes, o desbravamento de uma terra desconhecida, espadachim e feiticeiros, uma mitologia de criação e os conflitos humanos. É realmente muito (muito) divertido.

É uma pena que seja tão pequeno, mas eu espero que vire uma saga, que ele escreva mais e mais aventuras de Adapak e nos dê uma serie tão grande quanto as tão citadas aventuras de Tantum e Magano. Com certeza não vai faltar criatividade.

Eu realmente acho que esse livro deveria ser incluído nas leituras escolares, de verdade. Livros divertidos são mais importantes que a "alta literatura" quando se está começando. Foi por causa deles que comecei a ler e acredito que muitos leitores foram entendiados até a desistência por clássicos da literatura. Só posso dizer que a história e ambientação me deixaram tão empolgado quanto outros livros consagrados de fantasia e mais do que alguns.


O Arqueiro é primeiro livro da trilogia A Busca do Graal de Bernard Cornwell, autor da aclamada As Crônicas de Artur.

Cornwell passa pra você o sentimento de uma batalha, descreve o campo e as táticas de maneira fantástica. Os personagens são bons, apesar de eu não ter realmente gostado do protagonista, Thomas. Sir Simon é bem melhor que ele. Todas os conflitos são empolgantes, mas minha passagem preferida é o momento que o Rei Eduardo III prepara a estratégia pra batalha de Batalha de Crécy. Conflitos que são baseadas em batalhas reais (com exceção de uma). É meio que um jeito mais divertido de estudar história, apesar de não contar realmente como estudo. Não tive problemas com o ritmo e não encontrei partes chatas, mas não fiquei empolgado com a trama.

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